Sinto o vazio que
deixaste no meu coração, sem nunca te teres dado ao trabalho de uma
mínima explicação.
Queria poder volta atrás e impedir este sentimento de
entrar porque fui sempre só eu a gostar…
Gostar de te ter ao meu lado…
Gostar de me fazeres esquecer o passado...…
Gostar de te ver sempre com um sorriso rasgado…
Mas a amizade é cultivada a dois e dei por mim sozinha a
lutar por um amigo que apenas existiu numa vontade ímpar de tanto
querer dar de mim e receber em troca um pouco de ti…
Acordei e de nada me arrependo mas ainda permanece a
saudade do teu sorriso que tantas vezes me fez não querer chorar mesmo
me sentindo desabar…
Se sou parva ou não, não sei… só sei que gostei de te
ter tido na minha vida mesmo tendo sido breve como uma brisa à beira
mar.
Vou recordar cada momento, cada palavra, cada sorriso,
cada ternura no olhar, porque quero acreditar que foste quem eu vi e não
uma enganadora ilusão em teu lugar…
(...) farei o possível para não amar demais as pessoas, sobretudo por
causa das pessoas. Às vezes o amor que se dá pesa, quase como uma
responsabilidade na pessoa que o recebe. Eu tenho essa tendência geral
para exagerar, e resolvi tentar não exigir dos outros senão o mínimo. É
uma forma de paz...
Há muito que aqui não venho, mas hoje apeteceu-me...
Estou especialmente feliz, sinto-me endiabrada hoje, lllloooollllll
A fisioterapia continua, agora no Lar Militar da Cruz Vermelha em Lisboa, com as fantásticas terapeutas Inês Ponte Primaz e Vanessa Jorge, as canadianas continuam a ser as minhas melhores amigas, por enquanto, mas tenho esperança que o deixem de ser, o que quer dizer que já consigo andar novamente sem elas, tal como o fazia antes da lesão medular de Novembro de 2006.
O pior já passou, sei isso agora. Foram tempos de sofrimento enorme, tão grande como nunca julguei ser possível, de repente e sem qualquer aviso prévio deixar de conseguir andar e ver-me confinada a uma cadeira de rodas...mas dentro da infelicidade, também tenho que me sentir muito grata porque graças a esse acontecimento tornei-me uma pessoa melhor, conheci gente muito boa e digna de valor, e passei a dar importância a coisas que antes nem ligava, sem via.
E despertou-me a consciência e a mente para a discriminação que continua a existir relativamente ás pessoas com diferenças de locomoção, ditas "deficientes", e para a indiferença da maioria das pessoas para essa realidade, rotulando-as de "coitadinhas", "parvinhas", "doentinhas", "cidadãos de 12ª", chegando a terem inveja de qualquer benefício que se possa ter devido a essa situação. è muita pobreza de espírito, realmente!!!
A minha sugestão a essas pessoas: SUBAM A UM 5º ANDAR E ATIREM-SE LÁ DE CIMA PARA VEREM A FELICIDADE IMENSA QUE É SER PARAPLÉGICO, OU TETRAPLÉGICO!!! E DEPOIS CONTEM-ME!!
No
artigo publicado na edição de 8 de Março algumas afirmações do
investigador Filipe Luig surgiram fora de contexto. Veja aqui a versão
corrigida pelo especialista da Faculdade de Ciências e Tecnologia da
Universidade Nova de Lisboa.
O texto corrigido surge assinalado a bold. A
afirmação está descontextualizada. A título de comparação, para
demonstrar o impacto futuro da nanotecnologia, lembrei a assistência dos
títulos dos jornais nos anos 80 e 90 quando a engenharia genética e
posteriormente com a clonagem, era frequente ler afirmações do género
“Man is playing God”. Sendo a nanotecnologia a manipulação atómica e
sabendo que tudo é feito de átomos e com base no actual progresso
exponencial podemos imaginar um cenário futuro em que certamente a haver
jornais, os títulos seriam mais do género “Man is God”. Afirmar isto
não é afirmar que a nanotecnologia nos vai transformar em deuses. É
apenas uma analogia entre o impacto causado pela manipulação genética
com o possível impacto causado por uma manipulação atómica que será
claramente mais abrangente e determinante que a anterior.
Quem
o assume ao DN é Filipe Luig, investigador da área da bionanotecnologia
na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa
(FCT-UNL), e que trabalha actualmente no fabrico de nano-sensores
constituídos por silício e ADN.
O encontro decorreu à margem das X
Jornadas de Análises Clínicas e Saúde Pública, que decorreram na
sexta-feira e sábado na Escola Superior de Tecnologia da Saúde de
Coimbra, onde o cientista foi falar sobre a sua investigação na área.
A
nanotecnologia é a exploração quântica da matéria que pretende a
construção de estruturas e novos materiais a partir dos átomos. No
futuro, quando esta tecnologia estiver dominada pelo homem, tudo poderá
ser feito, pois tudo é feito de átomos. "Poderá criar-se vida a partir
de moléculas de água e ar", complementa Filipe Luig. Não
faço a mínima ideia se se pode ou não vir a sintetizar vida a partir de
moléculas de água e ar. As moléculas de água e de ar têm a ver com o
vídeo/documentário de animação computarizada em que inicialmente se
introduz ar e água e no final da ?nanofactory? sai um computador. É um
clip demonstrativo e de futurologia disponível na net no Google sob a
designação nanofactory.
Foi o Prémio Nobel da
Física de 1965, Richard D. Feynman, que pela primeira vez introduziu
este conceito. A 29 de Dezembro de 1959, numa palestra dada no encontro
anual da Sociedade Americana de Física, defendeu a hipótese de não
existirem quaisquer obstáculos teóricos à construção de pequenos
dispositivos compostos por elementos muito pequenos, os átomos. O
investigador da FCT-UNL acredita que no futuro tudo será feito com a
mesma base que os seres humanos: "Os nano-computadores serão construídos
com ADN, como os humanos."
Para ajudar à evolução, estão as
condicionantes que se atravessam na investigação informática. "Estamos a
chegar ao limite da miniaturização dos chips de silício, usados nos
computadores. Prevê-se que, daqui a 10 anos, iremos precisar de uma
alternativa ao silício. Essa alternativa será o ADN", explica o
investigador.
Estes nano-computadores irão fazer tudo o que os
actuais fazem, com a respectiva evolução. Enquanto que, actualmente, a
informação é transportada por electrões e transístores para a processar,
será o ADN a encarregar-se desses processos. O avanço será tal que irá
obrigar o Homem a tornar-se biónico. "Os processadores dos computadores
irão ser tão rápidos e com tal capacidade que teremos de implantar chips
biónicos no cérebro para que este consiga acompanhar a velocidade de
processamento da máquina", diz Filipe Luig, fundamentado numa profecia
feita em 1995, pelo presidente da Intel, Gordon E. Moore. Não
sei quem é o presidente da Intel. G Moore, foi co-fundador da Intel e
nos anos sessenta, como disse na palestra, fez uma curva, hoje chamada
de Lei de Moore. Essa curva foi projectada a pedido da IBM para
saber se do ponto de vista económico valia a pena investir em chips de
silício. G Moore fez a curva para os seguintes dez-vinte anos, penso.
Mas já mais recentemente outros investigadores de inteligência
artificial como o Ray Kurzweil, extrapolaram sobre essa mesma curva e
afirmam ser possível a inteligência artificial vir a atingir a
capacidade de processamento do cérebro humano nos próximos 20 anos já
que a Lei de Moore hoje se mantém verdadeira e aplicável. Em
1995, relativamente à tal profecia ou profecias, foram pedidas umas
previsões para o surgimento dos primeiros grandes paradigmas da nanotech
como aplicações comerciais, como o eventual nano-assembler, como os
nanocomputadores etc… mas nenhum deles era G Moore. Eles eram Brenner
(especialista em nanotubos de carbono), Smalley (Nobel por ter
co-descoberto o Carbono 60 / Buckyballs), E. Drexler etc.. Junto
a tabela que apresentei relativamente à qual comentei que eventualmente
fazendo uma recta dos mínimos quadrados para as previsões de todos
estes autores será expectável obter uma aproximação mais real.
Birge Brenner Drexler Hall
Smalley nano-assembler: 2005 2025 2015
2010 2000
nano-computador: 2040 2040
2017 2010 2100
reparação celular: 2030 2035
2018 2050 2010
produto comercial: 2002 2000
2015 2005 2000
leis-nanotech: 1998
2036 2015 1995 2000
"A Lei de Moore diz-nos
que a capacidade de processamento dos chips duplica a cada 18 meses e
estes diminuem de tamanho na ordem inversa."
Aliás, "prevendo a
evolução da humanidade ao ritmo que actualmente temos, nos 90 anos que
faltam para o fim do século iremos evoluir 20 mil anos", acrescenta. Não
diria evoluir mas sim progredir tecnologicamente. O homem irá compactar
num século milhares de anos de progresso tecnológico tendo como
fundamento o progresso exponencial ao rácio actual. Evoluir é uma coisa.
Progredir tecnologicamente é outra.
5 PERGUNTAS A
FILIPE LUIG
A bionanotecnologia será a base de tudo no futuro?
No
futuro tudo será feito pela biotecnologia. Iremos colocar partículas de
água e ar numa máquina e, com a desconstrução e construção de átomos,
sairá de lá um computador todo feito em ADN. Os chips integrados, ou de
silício, bem adoptados pela IBM, estão a perder a sua capacidade. Iremos
chegar a uma altura em que iremos necessitar de mais processamento e
armazenamento em menos espaço. O silício vai se esgotar e iremos
precisar de outro material. Entra em cena o ADN, que a nanotecnologia
está a desenvolver.
ver vídeo O computador que de lá sai
não é de DNA. O vídeo é uma demonstração das possibilidades da nano e do
seu impacto. A computação de DNA é uma
possibilidade futura bem como a computação quântica. Isto porque a
miniaturização física do silício está de facto a atingir o limiar. As
alternativas podem ser o DNA porque à imagem da natureza, o DNA serve
para processar e armazenar a informação. Desde o inicio dos anos 90 que
se exploram as capacidades de computação da molécula de DNA nesse
sentido ver dna computing no Google. O DNA é um excelente nanomaterial. A
sua versatilidade e flexibilidade demonstram-no.
Quais
irão ser as vantagens do ADN em relação à tecnologia actual?
O
ADN tem uma excelente estabilidade química que, aliada à rigidez
mecânica e capacidade condutora, faz dele um excelente material para se
usar.
Que outros materiais estão a ser desenvolvidos pela
nanotecnologia?
Os nanotubos de carbono, que são formados por
átomos de carbono. Possuem alta resistência a tensão mecânica, como um
diamante, e são bons condutores ou semi-condutores, especialmente de
calor.
Que uso poderá ter este material?
Já se fala que
daqui a uns anos vai sair um telemóvel flexível feito deste material.
Será ainda, por exemplo, possível comunicar com doentes em coma, por via
destes tubos e enviar informação pelo próprio ADN. Existem
interfaces neuro-electrónicos em que via nanotubos de carbono se
estimularam células nervosas em culturas de neurónios de rato. A ideia
passa por possibilitar um despoletar do potencial de acção responsável
pela ocorrência de sinapses. Não há aqui DNA envolvido. É um estímulo
electrónico que se pensa poder ser usado em doenças como Parkinson e
Alzheimer. Apresentei uma publicação que sustenta a ideia de que o
casamento biofísico é cada vez mais uma realidade. Fonte: Interfacing
Neurons with Carbon Nanotubes: Electrical Signal Transfer and Synaptic
Stimulation in Cultured Brain Circuits, Andrea Mazzatenta,1 apenas
para exaltar a máxima de que a intimidade entre um mundo vivo e um
artificialmente concebido por nós está cada vez mais estreitada tendo
isto só por si, logicamente outra vez uma série de implicações que não
cheguei a discutir, como realçei na palestar, não faziam parte do âmbito
discutido.
Se a velocidade de processamento vai aumentar
e a tecnologia vai colocar elementos no nosso corpo, quais serão as
consequências?
No futuro iremos ser mais biónicos, com circuitos
electrónicos instalados no nosso cérebros que irão funcionar em conjunto
com o nosso ADN. A evolução das máquinas irá obrigar a que o homem se
torne ele, também, em algo que pode ser modificado. Acredito que
poderemos assistir, dentro de 100 anos, ao nascimento da próxima
evolução do homem: o cyber sapiens. Não é minha a teoria
como é óbvio mas se nos mantivermos neste rácio de progresso tecnológico
será cada vez menos ficção científica um dia de facto nos tornarmos
100% biónicos. Muitos são os autores que consideram a possibilidade do
homem cibernético e chamam a isto a teoria do ciber sapiens. (ver Kurzweil AI).
Altamente!!!! Em especial o minuto 2,40s em que o carro 98 é
conduzido pelo piloto Valter e a fisioterapeuta Inês Ponte, sendo um carro
adaptado e o 1º a participar num rali desta natureza!! É assim
mesmo, menino e menina, estou muito orgulhosa de vocês!!!
Na vida e na morte, na brisa que te acende a manhã, tocas no meu
sorriso, vibras no meu olhar, e enquanto passo queres-me poço
de desejo,
Mas eu não te vejo, não te pressinto, desapareces
e apareces. Voas estontantemente por locais que passo, deixas
toques de ti em mim, e voltas a desaparecer, a saber que ficas
te bem em mim, bem na minha mente, que te descortina a blusa
que te percorre os seios, que faz arrepiar com o breve deslizar
dedos de pianista, que te tocam, que te enlouquecem, dizes -
me louco...
a mim que sou mármore branco em terra preta... e
quando és tu a louca por me querer enlouquecer.
Depois de doido,
será na loucura que vais viver... loucura de sentidos, loucuras
sensuais, de quem pressente... que é no sentir... dos corpos e
das almas... que os sonhos se tocam... e as vidas se unem.
Brumas... são ela a nossa sina... sinais de tempos, sinais de
vontades, sinais de karmas encontrados e perdidos, em corações
despedaçados em memórias...
vivemos nós nessas brumas que te
iluminam, no frio destas noites, em sensibilidades distorcidas,
sensibilidades em que pernoitas no colo de alguem, só porque ele
tem o que alguém não tem. Precisas das minhas mãos para te
aconchegar, e do pulsar do meu coração para te aquecer, mas mais
que tudo...
precisas do brilho dos meus olhos, para na sina
destas frias noites... sintas que nas trevas que são sombras,
vivem sombras de vidas, e nas vidas que te aconchegam... ainda
residem residuos de magias, de ontem, hoje e de quem sabe... de
amanhã.
Magias que não existem... mas persistem nas nossas
memórias do tempo.
Contrariamente ao passado, a mulher actual quer uma
sexualidade plena, que não se restrinja ao acto mecânico
da penetração ou da exclusiva satisfação masculina de
outros tempos.
Na mulher adulta, a plenitude sexual divide-se em três
fases complementares: o desejo, a excitação e o orgasmo.
Assim, muito mais do que uma satisfação fisiológica, o
acto sexual deve ser um momento de amor dividido com quem
se ama, uma actividade envolta em erotismo e não em
pornografia. É nessa procura que, muitas mulheres ou
sofrem o desencanto da sexualidade ou procuram parceiros
capazes de lhe dar esse prazer.
Isto porque, para a mulher é fundamental amar e ser amada
e, essa expressão afectiva resulta num acto pleno de
trocas e carícias que percorrem o corpo, os sentidos e se
projectam num momento intenso de prazer.
A falta de desejo e interesse pela actividade sexual pode
então ter várias causas: factores hormonais, dores na
penetração pela falta de excitação e lubrificação,
timidez, medo de dizer ao companheiro, falta de desejo
pelo parceiro, pouca coragem para melhorar a sexualidade
ou ter um parceiro possessivo e pouco aberto ao diálogo e
à mudança.
Muitas vezes, o acto individualista do homem se concentrar
no seu prazer e de descurar a mulher, inibe-o de descobrir
outras formas de prazer para si e para ela, já que muitos
homens desconhecem o mundo feminino e as suas
potencialidades. As fantasias do homem esgotam-se no
cumprimento de filmes, revistas, posições infinitas e não
contemplam o prazer de cada momento.
A mulher quer novidade, mas intensidade e entrega do
parceiro; cada posição requer gestos afectivos e amor.
Quer que ele a dispa de preconceitos e sabedorias
ancestrais e que vivam em conjunto a descoberta do corpo,
do que lhes dá mais excitação e prazer, que façam
fantasias e que recriem os momentos para elas.
Na sociedade moderna, o conhecimento da sexualidade e o
diálogo com o parceiro constituem aspectos decisivos para
uma sexualidade que é distinta entre homens e mulheres. A
condição adulta feminina requer compreensão, tempo,
partilha e a sensação de que o parceiro está no acto para
que o prazer seja de ambos.
Tal como o homem não é um objecto de prazer que deverá
estar sempre disposto a cumprir um acto leviano,
igualmente a mulher não o aceita dessa forma.
O homem tende a mostrar-se impotente aquando não pode
cumprir a sua função de macho como deseja e como lhe foi
instituído, pelo que a mulher, muitas vezes, arranja
desculpas para fugir à sexualidade, pois esse estilo já
não se enquadra nas suas expectativas.
Eis pelo que a sexualidade na era moderna não é
satisfatória como seria desejado. No fundo, o essencial é
que ambos desenvolvam competências actualizadas e capazes
de conferir a plenitude sexual que, sem dúvida é um ponto
de união na conjugalidade.
A mulher tem fantasias sexuais, quer desejar e ser
desejada e considera-se interessante na intimidade. Por
natureza, leva mais tempo para se excitar e para que tal
aconteça, precisa de se sentir atraída pelo companheiro,
que ele a acaricie, que seja criativo nos preliminares e
sem pressa para chegar à penetração, exige o orgasmo que é
uma vitória da cultura moderna.
Os estudos relativos à sexualidade mostram que,
contrariamente aos homens, só uma parte das mulheres se
sentem satisfeitas na sexualidade, o que revela um pouco
desenvolvimento intelectual e cultural do homem em muitas
civilizações, mas também o silêncio das mulheres que
aceitam a frustração de uma sexualidade pobre e pouco
gratificante.
A necessidade de inverter esta tendência prende-se com a
informação que deverá passar dos meros filmes porno ou
livros que, só alimentam o lado animalesco masculino, em
que se privilegia o acto mecânico da penetração, as
posições que, muitas vezes, são meras descompressões de
prazer avulsas e bruscas, para um olhar atento da
companheira que se tem ao lado.
O homem deverá interessar-se pelo prazer da mulher, pela
forma como se excita e atinge o orgasmo, pois caso
contrário, terá um objecto de prazer a curto-prazo, do
qual se cansará em pouco tempo e vislumbrará a troca.
Por outro lado, a mulher também tem um papel decisivo:
ajudar o homem a satisfazê-la, partindo do pressuposto de
que ele não sabe e ensiná-lo. Neste aspecto, também os
media podem ter um papel importante, pois difundir outras
formas de viver a sexualidade, funcionará como um
acrescento cultural necessário e capaz de contrapor as
ideias anteriores do “animal feroz” na cama, que se acha o
máximo e que cumpriu o Kama Sutra, mesmo sem que a mulher
se tenha apercebido!
A sexualidade feminina não começa nem se esgota na cama,
já que a vida diária pode ou não excitá-la para o acto de
prazer. A mulher valoriza a convivência, a comunicação
entre o casal, o apoio, o afecto e a entrega do parceiro
no relacionamento.
Sem esses requisitos, dificilmente manterá uma sexualidade
satisfatória, pois é uma questão biológica. Se o passado
nos deu uma ideia errada da mulher, cabe ao presente repor
a verdade, pois afinal, tudo mudou e é preciso aceitar os
novos desafios, por uma sexualidade plena.
A mulher levou uma história para tentar inverter a
sexualidade masculina, agora deverá fazer a história da
satisfação feminina!